Casal se aventura de bicicleta pela América do Sul em webserie

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Webserie transmitida pela Babbel mostra um casal australiano viajando de bicicleta pela América do Sul

No último dia 25 de janeiro, a Babbel lançou a webserie Encontros Remotos no Brasil. A série de vídeos acompanha, durante 6 meses, um casal australiano viajando de bicicleta pela Patagônia e indo até o Peru. Os 6 episódios serão publicados uma vez por mês no canal da Babbel no YouTube.

Julie Krauniski, relações públicas da Babbel, fez contato com o Instinto Viajante, direto de Berlim, Alemanha, para contar-nos mais detalhes dessa aventura que apresentamos hoje para você.

Se a cicloviagem te interessa, não deixe de ver nossa entrevista com o Rodrigo Cisman, que saiu de São Paulo para ir de bicicleta até o México.

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Babbel lança webserie Encontros Remotos de uma viagem de bicicleta pela América do Sul

A  cenógrafa Pia Leong e o cineasta Jimmy Purtill começam sua jornada pela América do Sul com apenas duas bicicletas, uma pequena bagagem e algum conhecimento de espanhol. Em 2012, Jimmy também fez uma webserie em que pedalava da Alemanha à Índia. Dessa vez, o objetivo é percorrer Argentina, Chile, Bolívia e Peru, fazer amigos, melhorar o idioma hispânico e descobrir o novo mundo.

O casal passou o último ano aprendendo o básico da nova língua e organizando tudo o que precisava para fazer os filmes na estrada: peças extras para as bicicletas, ferramentas, barraca, câmeras, equipamentos, lap top, kit de primeiros socorros e mais. Tudo isso para gravar ao longo dos 5.000 KM de bicicleta por quatro países, incluindo a Cordilheira dos Andes.

Será que o casal vai conseguir se virar, com um espanhol básico, nos cantos mais remotos do continente? Nos próximos seis meses, nós poderemos acompanhar, aqui do Brasil, a jornada de Pia e Jimmy pelas paisagens mais incríveis da América do Sul.

seta-instinto-viajante O que eles não ensinam nas aulas de espanhol: primeiro episódio

No primeiro vídeo da série, o avião aterrissa na Argentina e o casal já está na estrada há uma semana. Restam mais 4.700 KM.

Durante o trajeto, Pia e Jimmy conhecem Marcedonio, dono de um pequeno armazém perto dos Andes. “Na presença desse senhor simples e simpático, o medo que sempre tive de me confundir com as palavras sumiu e criei coragem para falar espanhol. Terminamos dando muitas risadas juntos, enquanto ele mostrava como assar o pão que vende em sua mercearia”, conta Pia. Ela usou gestos e linguagem corporal para completar frases quando as palavras faltavam. O resultado de se arriscar no novo idioma foi a primeira amizade da aventura sul-americana.

Há um ano, a cenógrafa australiana sabia apenas contar até 3 no idioma hispânico. E nunca tinha feito uma viagem de bicicleta mais longa do que um fim de semana. Por outro lado, Jimmy já tinha passado um ano sobre duas rodas e aprendeu um pouco da língua na escola e no tempo em que viveu na Espanha. “Assim como eu não queria que ele trocasse os meus pneus furados, também não queria que ficasse falando por mim. Então comecei a ter aulas de espanhol”, comenta Pia.

Segundo ela, era divertido aprender algo novo todo dia. E não demorou muito para que chegasse ao ponto de compreender textos simples e escrever. Porém, quando era preciso falar, o medo de cometer erros falava mais alto e ela calava-se.

Chegando à Argentina, ela não conseguia entender nada. Talvez por causa das semanas de preparação caótica, dos dois dias de viagem de avião e do estresse inicial de montar a barraca todo dia em um lugar diferente. “Claro que eu conseguia ler placas e manchetes de jornal, mas entender os argentinos era um mundo à parte do que aprendi com o meu professor. Graças a alguns dias afinando os meus ouvidos, comecei a reconhecer melhor as palavras. Foi encorajador perceber que eu começava a me familiarizar com o espanhol. Tudo o que eu precisava era aprender a ouvir”, diz Pia.

Ela conta ainda que não superou totalmente o medo de falar no idioma estrangeiro, mas tem se inspirado em Jimmy. Ele alcançou o nível de espanhol que tem hoje não se importando se suas frases saíam perfeitas ou não. Assim, não hesitava em se comunicar com as palavras que sabia.

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Veja a introdução e o primeiro episódio:

seta-instinto-viajante Sobre a Babbel

Babbel é o caminho mais curto para se comunicar em uma língua estrangeira. Atualmente usado por mais de 1 milhão de assinantes pagantes, o aplicativo oferece 143 combinações de idiomas entre inglês, espanhol, francês, alemão e até indonésio.

A Babbel reinventou a aprendizagem de idiomas na era digital e a tornou mais eficiente do que nunca. Um estudo independente comprovou que os usuários da Babbel aprendem mais rápido do que os de outros aplicativos. Além disso, 73% dos entrevistados sentem-se confiantes para manter uma conversa simples em um novo idioma após até cinco horas de estudo com o aplicativo.

Lições-pílula se encaixam no cotidiano e contém o que realmente importa: simulações úteis do mundo real. Cada curso é elaborado a partir de 7 idiomas de referência por educadores e linguistas, ou seja, a língua a ser aprendida é adaptada à perspectiva do idioma de referência.

A Babbel foi fundada em 2007. Desde então, a equipe cresceu, contando hoje com 450 profissionais de 39 nacionalidades, divididos nos escritórios de Nova Iorque e Berlim. Sem publicidade e com um modelo de negócios transparente – via assinatura – o foco da empresa se mantém em fazer com que os estudantes atinjam nível conversacional da forma mais rápida possível. Em 2016, a Fast Company Magazine, reconheceu a Babbel como a empresa de educação mais inovadora do mundo.

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