Pucón – Guia de viagem a Pucón, Chile, e vulcão Villarica (travel guide)

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Está planejando viajar para Pucón, no sul do Chile, e conhecer o vulcão Villarica ou esquiar no inverno? Veja o que fazer em Pucón Chile, como chegar e quanto vai gastar na sua viagem.

O artigo perfeito para planejar seu roteiro de viagem a Pucón! Veja todas as dicas de viagem! Saiba como chegar, clima e temperatura, o que levar, preços, as melhores coisas para fazer, além de outras dicas ninjas para planejar sua viagem perfeita!

Pucón, Chile

Pucón é uma pequena cidade de menos de 30 mil habitantes, situada na Região dos Lagos, no Chile. Também chamada de el centro del sur de Chile (o centro do sul do Chile), está localizada às margens do lago Villarica, nas proximidades da Cordilheira dos Andes, e do Parque Nacional Villarica Parque Nacional Huerquehue, compondo um conjunto de paisagens lindas. Além do seu clima bucólico super agradável, se destaca por seu turismo bem estruturado; quantidade de atrativos em seu entorno, com diversas possibilidades de esportes de aventura e águas termais; e pelo seu principal ponto de interesse: o vulcão Villarica, ainda ativo e um dos mais perigosos do Chile, muito procurado por amantes de trekking e escalada.

Pucón possui economia baseada no turismo e é uma das cidades mais procuradas para turismo no Chile durante a temporada, sendo internacionalmente conhecida. Não é uma cidade com custo de vida baixo, mas sua estrutura turística bem desenvolvida consegue atender a diferentes tipos de visitantes – desde mochileiros low cost até turistas tradicionais -, com rede hoteleira, restaurantes e passeios turísticos para diferentes gostos, orçamentos e idades.

Toda a região desperta curiosidade e muita procura turística principalmente pelos vulcões chilenos, tendo também o vulcão Quetrupillán próximo da cidade. Pucón possui habitualmente um clima frio, mas com temperaturas quentes durante o verão. É uma ótima cidade do Chile para ecoturismo e esportes de aventura, com bosques, lagos, lagunas, montanhas, vulcões, mirantes e termas, e indicamos para pessoas de todas as idades.

Continue lendo para montar seu roteiro de viagem perfeito com:

Dicas de viagem para Pucón

Informações para os passeios ao vulcão Villarica e vulcão Quetrupillán

Dicas e preços para visitar as águas termais de Pucón

Preços médios de hospedagem, alimentação e passeios

Formas eficazes para economizar na viagem

Melhores coisas para fazer em Pucón

– Possíveis perigos da cidade e como se cuidar

Quais cidades próximas valem a pena incluir em seu roteiro de viagem

Leia todo artigo ou escolha o tópico no índice para ir direto ao assunto.

Índice

1. Vulcão Villarica e vulcão Quetrupillán

2. Como chegar em Pucón

3. Clima, quando ir e o que levar para visitar Pucón

4. Média de preços em Pucón

5. Dicas de como economizar em Pucón

6. Melhores lugares e melhores coisas para fazer em Pucón

7. Dicas de segurança e cuidados em Pucón (para homens e mulheres)

8. Outras informações importantes

9. Quantos dias reservar e outros roteiros que podem ser combinados com Pucón

1. Vulcão Villarica e vulcão Quetrupillán

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Centro de esqui de Pucón, Chile. Ao fundo, Vulcão Villarica. Foto: skipucon.cl.

Chile faz parte do Cinturão de Fogo do Pacífico, que engloba as regiões que abrigam as centenas de vulcões no mundo, sendo o terceiro país com maior número de vulcões em atividade do planeta (atrás de Indonésia e Estados Unidos). Quase todo seu território está dentro do Cinturón Volcánico de los Andes, e a cidade de Pucón está bem próxima de dois vulcões, o Villarica (2.847 M) que teve sua última erupção em 2015, e o Quetrupillán (2.360 M), com última erupção em 1872. Apesar do vulcão Villarica ser um dos mais ativos e perigosos do Chile, há um constante monitoramento do governo chileno que impede grandes chances de uma erupção surpresa e deixa a cidade e o próprio vulcão livres para serem explorados turisticamente. Em caso de alertas, a população é informada com antecedência, portanto não há necessariamente um perigo iminente.

2. Como chegar em Pucón

Pucón está localizada na província de Cautín, IX – Região da Araucanía, no sul do Chile, próxima da fronteira com a Argentina, a 785 KM de Santiago. Dista 90 KM de Cautín e 110 KM de Temuco, capital da região. Sua rodovia nacional mais próxima é a Ruta 5 chilena/Panamericana Sur, que encontra a Ruta 199, a rodovia que corta a cidade – esse trajeto pode ser utilizado tanto por quem vem do norte e de Santiago, quanto por quem chega do sul, da Patagônia chilena.

Pucón também está a 135 KM de Junín de los Andes e 183 KM de San Martín de los Andes, na Argentina, de onde chegam muitos viajantes que combinam roteiros entre os dois países; a fronteira mais próxima com a Argentina é o Paso Maluil-Malal, a 75 KM, pela Ruta 199 chilena (se for utilizar este caminho atente-se que a aduana está aberta das 8h as 18h).

Forma mais fácil de chegar – O Aeroporto de Pucón, a 5 km do centro da cidade, é a forma mais fácil de chegar, mas por se tratar de um aeroporto pequeno, só realiza voos domésticos e praticamente só no verão (dezembro a fevereiro). Devido a alta busca nessa época, as passagens são sempre caras, fazendo com que outra opção seja a mais utilizada.

Isso é, chegar em Pucón pelo Aeroporto de Temuco, a 125 KM, que também só recebe voos nacionais, mas funciona durante todo ano, e um ônibus, van ou traslado até a cidade (2h). Essa é a forma mais fácil e cômoda de chegar na cidade.

Principais chegadas e saídas de Pucón

A maioria das passagens são compradas na Buses JAC, calle Uruguay, 505. A seguir os principais destinos:

Chile

– Parque Nacional Huerquehue / Buses Caburgua / saídas diárias (8:30h, 13h, 16h todo ano; e extra as 18:20h em janeiro e fevereiro) / Ch$ 2.000

Catripulli / ônibus / 30min / JAC / Ch$ 800

Villarica / ônibus / 40min / JAC/ Ch$ 700

Curarrehue / ônibus / 45min / Igillaima / Ch$ 1.000

Lican Ray (é preciso ir até Villarica e de lá tomar outro ônibus): Pucón-Villarica / ônibus / 40min / JAC / Ch$ 700 + Villarica-Lican Ray / ônibus / 35min / JAC / Ch$ 900

Temuco / ônibus / 2h / Igillaima / Ch$ 10.000

Valdivia (é preciso ir até Villarica e de lá tomar outro ônibus): Pucón-Villarica / ônibus / 40min / JAC / Ch$ 700 + Villarica-Valdivia / ônibus / 1h40min / Andesmar / Ch$ 3.200 – Ch$ 5.300

Osorno / ônibus / 3h15min / JAC / Ch$ 8.400

Puerto Varas / ônibus / 4h20min / JAC / Ch$ 9.300

Puerto Montt / ônibus / 4h40min / JAC / Ch$ 9.700

Santiago / ônibus / 11h30min / JAC / Ch$ 11.500 – Ch$ 50.200

Argentina

San Martín de los Andes / ônibus / 4h25min / Igillaima (1) ou San Martín (2) / Ch$ 13.000 (1) ou Ch$ 14.700 (2)

Localização GPS Pucón: 39° 16′ 0″ S, 71° 58′ 0″ W

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3. Clima, quando ir e o que levar para visitar Pucón

O clima de Pucón é frio e seco, ventoso e com muitas chuvas durante todo ano. O verão (dezembro a março) possui dias de calor ameno e noites frescas, quase sempre com chuvas, com temperaturas médias entre 7 e 24 °C. No inverno (junho a setembro), a temperatura varia entre -2 e 12 °C, com muita umidade. Nessa época faz bastante frio, chove mais, e é comum nevar. As estações climáticas da primavera e outono costumam ser frias, mas muito variáveis, podendo ocorrer lindos dias de sol e médias de 11 °C.

Mês que mais chove: Junho e Julho

– Mês mais quente: Janeiro

– Mês mais frio: Julho

Qual a melhor época para visitar Pucón?

Atividades a céu aberto – Novembro a março (primavera e verão) são os melhores meses para visitar a região em termos de passeios, quando ocorre menos chuvas, o clima é menos frio e os dias são mais longos (amanhecer antes das 5h, e por do sol por volta das 21h). De novembro a abril a ocorrência de dias de sol e céu limpo são maiores.

Quando esquiar em Pucón? – Junho a outubro (inverno) – Pucón é considerada o “paraíso do snowboard” e sua temporada de neve inicia por volta de 15 de junho, indo até 15 de outubro, podendo variar um pouco de acordo com o clima de cada ano. Normalmente começa a esfriar rigorosamente em julho e, em agosto, o frio é intenso com dias mais curtos.

Mais barato e vazia – Abril, maio e junho são baixa temporada, tendo menos visitantes e preços menores.

4. Média de preços em Pucón

Pucón não possui um baixo custo de turismo e mochilão, assim como a maioria das cidades chilenas, mas é um pouco mais barata que as principais cidades da Patagônia chilena. Possui boa estrutura turística, com uma boa quantidade de bares e restaurantes, além de agências de passeios e empresas de aluguéis de equipamentos e bicicletas. Suas hospedagens se dividem em vários tipos, como camping, hostel, hosterias (pousadas), cabanãs (chalés), hotel e quartos. Quase todos esses serviços se concentram na Av. Bernardo O’Higgins, rua principal do centro. Atende a diferentes estilos de turismo e orçamentos. Sua temporada é dupla, devido as férias no verão, e à possibilidade de esquiar, no inverno.

Temporada alta (mais cara): Novembro a março; e julho a outubro.

Temporada baixa (mais barata): Abril, maio e junho.

Hospedagem low cost, campings e hostel: Dormitórios baratos possuem diárias a partir de Ch$ 8.000, na baixa temporada, e Ch$ 10.000, na alta. Quartos privativos variam entre Ch$ 15.000 e Ch$ 20.000 por casal. Os campings custam a partir de Ch$ 3.000, a diária por pessoa na temporada baixa; e Ch$ 6.000, na alta. Encontre hospedagens boas e baratas com o Booking.com (link afiliado).

Hotel e cabañas: Preço para um quarto duplo simples com café da manhã a partir de Ch$ 45.000, na baixa temporada, e Ch$ 60.000, na alta. Cabañas (estilo chalés) custam a partir de Ch$ 65.000, mas funcionam como casas que podem hospedar várias pessoas, podendo servir como boa opção para grupos grandes ou famílias.

Custo médio de alimentação: Possui algumas opções de bares e restaurantes, e é possível encontrar café da manhã por Ch$ 2.000 e refeições estilo prato-feito de Ch$ 4.000 a Ch$ 6.000, o almoço, e Ch$ 6.000 a Ch$ 7.000, o jantar, em média. Compras no supermercado para alimentação low cost custam em torno de Ch$ 2.000/dia, por pessoa.

Custo dos transportes: Pucón é pequena e plana, sendo excelente para caminhada e podendo fazer quase tudo andando. Mesmo assim, para quem deseja, há alguns serviços de coletivos (táxis que transportam passageiros como uma linha de ônibus) que saem Ch$ 500 por trajeto. Não há ônibus circulando dentro da cidade. Para as cidades vizinhas existem ônibus e para passeios traslados.

Custo dos principais passeios e atividades: A entrada para o Parque Nacional Villarica custa Ch$ 2.500 (abril a outubro) e Ch$ 5.000 (novembro a março) para adultos estrangeiros; e Ch$ 1.500 (baixa) e Ch$ 3.000 (alta) para crianças estrangeiras. O passeio mais buscado de Pucón é o trekking até a base do vulcão Villarica, que está dentro do parque, e custa a partir de Ch$ 25.000 (sem o valor de ingresso ao parque). Passeios que chegam ao cume do vulcão Villarica custam em torno de Ch$ 90.000; e para o vulcão Quetrupillán, Ch$ 50.000, ambos com traslado, equipamentos, entrada para o parque e seguro para acidentes. Um tour pelos arredores e para conhecer as águas termais da região custa em torno de Ch$ 25.000. A entrada para o Parque Nacional Huerquehue custa os mesmos valores do Parque Villarica e um passeio full-day com traslado e ingresso para visita-lo, a partir de Ch$ 45.000. Os valores não costumam variar muito entre as temporadas, mas podem acontecer alguns descontos na baixa.



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5. Dicas de como economizar em Pucón (low cost)

Pucón não é barata, mas há formas de deixar a viagem mais barata.

Supermercados: Fazer suas compras no supermercado e preparar seu próprio café da manhã, almoço e janta é uma das formas que mais se economiza durante a viagem. O mercado mais barato e com mais opções de Pucón costuma ser o Supermercado Eltit.

Água: Diversos moradores locais bebem água diretamente da torneira e não há relatos de incidentes por isso.

Traslados: Ao reservar sua hospedagem em Pucón, confirme se há opção de incluir um serviço de traslado desde o Aeroporto de Temuco e/ou para os principais passeios, isso pode garantir comodidade e economia. Pesquise hospedagens boas e baratas com o Booking.com (link afiliado).

Combos: Tente buscar opções de combos de passeios em agências turísticas, onde realizar mais de uma atividade garanta algum desconto. O mesmo pode ser buscado em seu hostel, tentando alguma promoção feita entre agências e hospedagens.

Câmbio de moeda: Se você for visitar Pucón passando por Santiago, prefira realizar o câmbio na capital chilena; Se sua viagem for direto para Pucón, troque antes da viagem, em sua cidade, pois o apelo turístico da cidade chilena desfavorece o câmbio. Mesmo assim, se por algum motivo precisar fazer o câmbio lá, prefira levar dólares e veja a cotação nos bancos Santander e Banco do Estado, que costumam oferecer melhores cotações, mas só trocam euros e dólares. Dentre as casas de câmbio, a melhor cotação que vimos em Pucón está no final da Av. Bernardo O’Higgins, do lado esquerdo, ao lado da loja de roupas Isabella.

Wi-Fi: A Biblioteca Municipal de Pucón possui Wi-Fi grátis, basta realizar um cadastro rápido no local.

Carona: A cultura de pedir e oferecer carona é comum na região, sendo uma possibilidade para se deslocar para lugares próximos ou cidades vizinhas.

6. Melhores lugares e melhores coisas para fazer em Pucón

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Ojos del Caburgua, Pucón, Chile. Foto: pucon.info.

Informações turísticas – É possível pegar o mapa com as atrações e guia de Pucón em alguns postos de informações turísticas e agências no centro. O principal deles está no centro, na Av. Bernardo O’Higgins, 483, funcionando todos os dias, de 9h – 14h (no verão), e de 9h – 20h (no inverno).

Escalar os vulcões sozinho – Na calle Lincoyan, 336, há um centro da CONAF com mais informações sobre os parques Villarica e Huerquehue, e os vulcões Villarica e Quetrupillán, além da possibilidade de se inscrever e retirar a autorização para escalar as montanhas por conta própria.

Trekking vulcões Villarica e Quetrupillán – Passeios de trekking até a base dos vulcões ou até seus cumes são os mais populares e melhores para se fazer em Pucón. Esses custam a partir de Ch$ 25.000 (sem o valor de ingresso ao parque). Os que chegam ao cume do vulcão Villarica custam em torno de Ch$ 90.000; e para o cume do vulcão Quetrupillán, Ch$ 50.000, ambos com traslado, equipamentos, entrada para o parque e seguro para acidentes (saídas costumam ser bem cedo, como 6:30h, e os passeios duram em torno de 8h). Escalar os vulcões com agências custam mais caro, mas podem ser feitos por conta própria, caso possua equipamentos e experiência necessária, e com devido registro na CONAF. Esses passeios dependem das condições climáticas e é comum ter dias que o acesso está proibido. Se sua ideia é visitar Pucón para esse passeio, tenha em conta as previsões do tempo e reserve alguns dias mais como segurança para não frustrar sua viagem.

Parque Nacional Villarica e Parque Nacional Huerquehue – Os parques nacionais próximos de Pucón são excelentes opções para quem gosta de ecoturismo, piquenique, camping, e fazer trilhas e trekking, com lindos mirantes e montanhas. O Parque Nacional Villarica foi criado em 1940 e possui 63.000 hectares divididos entre as regiões de Araucanía e Los Ríos. Sua fauna e flora são preservadas e dentre suas espécies se destacam: o roedor degú de Bridges (Octodon bridgesi), o zorro chilla (raposa), o carpintero negro (pica-pau), o pato real, o halcón peregrino (Falcão-peregrino); e araucaria, raulí, coihue e canelo andino, no que toca flora. Principais senderos (trilhas) do Parque Nacional Villarica: Mirador Los Cráteres, Sendero Autoguiado Rucapillán, Pichillancahue, Lagos Andinos, Villarrica Traverse, e Sendero Fauna. Serviços no parque: pistas de esqui (inverno), camping e cavalgada. Horário: diariamente, de 8h30m – 20h (novembro a março); e 8h30m – 18h (abril a outubro). O ônibus até lá é da Buses Caburgua, com saída diária (8:30h, 13h, 16h todo ano; e extra as 18:20h em janeiro e fevereiro), e custa Ch$ 2.000.

Já o Parque Nacional Huerquehue está localizado na Região de Araucanía, dividido entre Pucón (35 KM do centro) e Cunco, bordeando o Lago Caburgua e Lago Tinquilco. Foi criado em 1967 e dentre suas espécies se destacam: o roedor ratón topo valdiviano (Geoxus valdivianus), o choroy (tipo de loro chileno), o lagarto matuasto e a ranita de Darwin (rã), além da araucaria e das lenguas, em se tratando de flora. Principais senderos (trilhas) do Parque Nacional Huerquehue: Los Lagos, Quinchol, Los Huerquenes, San Sebastián, e Ñirrico. Serviços no parque: hospedagens (cabanãs, hotel e refúgios/hostel), camping (Ch$ 18.000, na temporada alta; e Ch$ 9.000, na baixa), lanchonete, e minimercado. Estacionamento (cobrado somente em janeiro e fevereiro) por Ch$ 2.000. Horário: diariamente, de 8h30m – 20h (novembro a março); e 8h30m – 18h (abril a outubro). Valores de entrada: As entradas para os parques Villarica e Huerquehue custam os mesmos preços: Ch$ 2.500 (abril a outubro) e Ch$ 5.000 (novembro a março) para adultos estrangeiros; e Ch$ 1.500 (baixa) e Ch$ 3.000 (alta) para crianças estrangeiras. Passeios que saem do centro de Pucón com entrada, traslado e guia custam a partir de Ch$ 45.000. Mais informações: CONAF.

Águas Termais – Também devido a grande quantidade de vulcões na região, Pucón está localizada perto de um aqüífero termal, tendo nas proximidades diversas fontes de água termal com temperaturas de 32 a 45 °C. Os principais passeios incluem traslados e ingressos, e são para as Termas Geométricas (Horários: saídas geralmente as 10h, 12h e 14h. Valor: a partir de Ch$ 45.000). Há ainda outras termas como: Termas Huife (com hidromassagem, 33 KM), Termas Menetúe (termas noturnas, 26 KM), Termas Los Pozones (35 KM), e Termas Rio Trancura, com passeios que custam de Ch$ 25.000 a Ch$ 30.000, com horários a combinar. Você poderá encontrar outras termas menos badaladas a partir de Ch$ 8.000 – Ch$ 10.000, e se você estiver de carro, ir por conta própria sairá mais barato, pois cobram apenas ingressos nas termas. Outras termas: Palguín (31 KM), Curarrehue, Montevivo (32 KM), San Luís (32 KM), Liucura (18 KM), Panqui (58 KM), Quimeyco (30 KM), e Peumayen (28 KM).

Centro de Ski Pucón – Muitos turistas buscam Pucón durante o inverno para esquiar e praticar snowboard. A cidade é conhecida como “o paraíso do snowboard” e seu parque invernal, Ski Pucón, localizado próximo ao vulcão Villarica, conta com 20 pistas de esqui, excelente qualidade de neve, boa infraestrutura e serviços de acomodação, alimentação e aluguel de equipamentos. As pistas e estruturas do Gran Hotel Pucón Resort & Club recebem diversas competições de esqui e snowboard a nível internacional. Mais informações: Ski Pucón.

Vida noturna – Pucón não é um local de vida noturna agitada, principalmente devido ao seu tamanho. A cidade remete mais aos passeios a céu aberto ao longo do dia, ecoturismo e esportes de aventura. Ainda assim, possui algumas boas opções noturnas, principalmente jovens, dentre bares, restaurantes e pubs.

Festivais – Dentre os principais eventos e festivais de Pucón estão: o Festival del Chocolate (em junho).

Veja nossa lista completa com o que fazer em Pucón (mais passeios!)

7. Dicas de segurança e cuidados em Pucón (para homens e mulheres)

Erupções: Como mencionamos, uma erupção provavelmente não acontecerá de uma hora para outra, pois as autoridades monitoram as atividades vulcânicas na região frequentemente. O centro da cidade possui alertas verdes, amarelos e vermelhos para a população, além de rotas bem definidas para evacuação em caso de emergência. Centros de informações turísticas distribuem todos os passos em casos de erupção.

Incêndios: Os parques possuem alto risco de incêndios, não faça fogo. Se for necessário, sempre prefira o uso de fogareiros.

Poluição: Aproveite os lagos para tomar banho fora do inverno e coletar água. Mas lembre-se de não poluir com lixos, guimbas de cigarro, absorventes e afins. Ao tomar banho nas águas não use nenhum produto, nem sabonete. Ao escovar os dentes, pegue água com algum recipiente e não jogue pasta de dente no lago. Se necessitar urinar e defecar, faça longe das trilhas e águas. Papel higiênico também é lixo, caso seja impossível de levar, enterre-o.

Animais de estimação: A entrada de “mascotas“, como eles dizem, é proibida. Portanto, seu cão, gato ou outros animais não poderão ir aos parques.

Repelente: Não vimos necessidade de levar, pois não há mosquitos na cidade para tal.

Filtro solar e protetor labial: Levar filtro solar, protetor labial e manteiga de cacau são recomendados devido ao clima seco e alta incidência de raios UV.

Animais peçonhentos ou venenosos: Não há registros de cobras, escorpiões, aranhas ou afins que ameacem a vida de um ser humano na região.

Roubos e violências: Pucón e seus parques nacionais não costumam oferecer esses perigos. Ambos são tranqüilos, com clima de cidade pequena onde se pode caminhar mesmo a noite e sem acompanhantes. Viajar de carona é igualmente seguro e não parece uma cidade com riscos de violência à mulher e/ou alto índice de assédio sexual.

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8. Outras informações importantes

Pucón possui os principais serviços básicos, como supermercados, padaria, posto de gasolina, bancos, hospital e serviços de ônibus para as cidades vizinhas.

Código telefônico: +56 (Chile) 45 (Pucón). Para adicionar pessoas a aplicativos como WhatsApp pode ser necessário começar por +569 ou 00569.

Moeda: Peso chileno (Ch$ ou CLP).

Bancos: A cidade possui serviços de casas de câmbio de moeda e saques internacionais.

Idioma: Espanhol.

Divisão territorial: Região > Província > Comunas (cidades) > Bairro

Altitude média: 227 M.

Números para emergências: 132 (Bombeiros), 133 (Carabineros – Polícia), 131 (Ambulância), 134 (PDI – Proteção civil) e 130 (CONAF – Emergência ambiental). Consulado brasileiro no Chile: +56 22820-5800 (Santiago).

Aduanas: +56 41 2857746.

Informações turísticas: Há mais de um centro de ajuda para turistas, o principal deles é na Av. Bernardo O’Higgins, 483, funcionando todos os dias, de 9h – 14h (no verão), e de 9h – 20h (no inverno) – oferecem mapas e informações sobre passeios, restaurantes e hospedagens. Na calle Lincoyan, 336, há um centro da CONAF com mais informações sobre os parques Villarica e Huerquehue, e os vulcões Villarica e Quetrupillán, além de ser possível se inscrever e retirar a autorização para escalar as montanhas por conta própria.

9. Quantos dias reservar e outros roteiros que podem ser combinados com Pucón

Quantos dias dedicar? 3, 5 ou 7 dias – Pensamos que para aproveitar alguns dos diversos passeios e atrativos de Pucón é necessário ao menos 3 dias de viagem. Para conhecer um pouco mais e evitar imprevistos que podem estragar a trip, como dias de chuvas que são comuns na cidade, 5 dias é um bom tempo. Para os que desejam ir até a base de um dos vulcões ou até o cume, recomendamos planejar gastos para pelo menos 7 dias, pois as condições climáticas impedem o passeio com certa frequência ao longo do ano, portanto ir com os dias contados pode ser uma grande furada. * Não estamos considerando os dias de chegada e saída.

E depois? Villarica – Vizinha de Pucón, é linda e merece ser considerada em sua viagem. A cidade é um pouco maior, mas menos turística e mais barata. Localizada às margens do lago que da nome a cidade, Villarica possui seus principais atrativos ligados ao ecoturismo, com destaques para a ponte sobre o rio Toltén, além de feiras artesanais e museus arqueológico e Mapuche.

Outro roteiro interessante é ir até Lican Ray, outro pequeno povoado de cerca de 3.500 habitantes, margeado pelo lago Calafquen, e local mais próximo das Termas Geométricas. Esse pequeno balneário é bastante popular entre turistas chilenos no verão e ótimo para passar um dia de sol.

San Martín de los Andes – Quem segue viagem para a Argentina, ou quer combinar uma viagem entre os dois países, pode cruzar a fronteira pelo Paso Mamuil Malal, fazendo uma parada próxima da aduana para visitar a Laguna Quillelhue. O local também possui uma linda vista para o vulcão Lanin. O caminho para San Martín de los Andes é lindo, começando por um bosque recheado de araucarias, mais próximo da Cordilheira dos Andes, e mudando radicalmente por uma ruta margeada por vegetação árida nas proximidades da cidade de Junín de los Andes, que possui lindas montanhas. A cidade de San Martín é uma das mais charmosas da Patagônia argentina, com clima acolhedor de interior, pracinha agradável e lindas construções de pedra e madeira. A cidade é base para ir ao Parque Nacional Lanin, com lindas trilhas, paisagens, montanhas e áreas para camping. Para quem estica a viagem até o sul argentino, a Ruta de los 7 lagos é linda, com destino a Villa la Angostura, “o jardim da Patagônia”.

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Veja também o que fazer em Pucón (mais passeios!)



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Valores e dados de maio de 2016

Foto divulgação o que fazer em pucón chile: condomines-lanet.com

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