Caminho dos sete lagos da Argentina ou Ruta de los 7 lagos (Detalhado)

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Quer saber como chegar na Ruta de los siete lagos argentina? Veja nosso Guia completo Caminho dos sete lagos da Argentina com todas as informações que você precisa saber para conhecer essa linda estrada que liga Villa la Angostura a San Martín de los Andes!

Te contamos como chegar na Ruta de los 7 lagos e todos detalhes para planejar seu roteiro de viagem por um dos passeios mais lindos da Patagônia argentina!

Ruta de los 7 lagos, Patagônia argentina

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Lago Espejo Grande, Patagônia, Argentina. Foto: villalaangostura.com.ar

Ruta de los 7 lagos argentina é o trecho da Ruta Nacional 40 (RN 40) que liga Villa la Angostura e San Martín de los Andes, na região de Los Lagos, na província de Neuquén, na Patagônia argentina, bem próximo da Cordilheira dos Andes, e possui na verdade diversos nomes. A rodovia que antigamente era a Ruta Nacional 234, passou a ser conhecida como Ruta de los 7 lagos, ou Ruta de los siete lagos, nomes mais utilizados pelos argentinos, mas também é conhecido como: Rota 7 lagos, Camino de los siete lagos e Cruce 7 lagos da Argentina. Traduzindo para o bom português, Rodovia dos 7 lagos argentinos ou Caminho dos sete lagos. Recebeu esse nome devido a sete lagos que podem ser visitados ao longo da rodovia.

Tem início na pequena cidade de Villa la Angostura e segue até a chegada a San Martín de los Andes, outra pequena cidade, localizada em meio a montanhas e bosques. O trajeto possui 110 KM asfaltados e de muitas curvas (tenha atenção principalmente em dias de inverno com neve).

Todo ano recebe uma grande quantidade de turistas, se tornando cada vez mais conhecido internacionalmente, principalmente pela proximidade com as cidades de San Carlos de Bariloche, Villa la Angostura e San Martín de los Andes.

Continue lendo para montar seu roteiro de viagem perfeito com:

– Dicas de viagem para a Rota 7 lagos argentina com o caminho detalhado por KM
– Como chegar na Rota 7 lagos argentina
– Quando visitar a Rota 7 lagos argentina
– O que fazer na Rota 7 lagos argentina
– Possíveis perigos e como se cuidar (para homens e mulheres)
– Quais cidades próximas valem a pena incluir em seu roteiro de viagem

Leia todo artigo ou escolha o tópico no índice para ir direto ao assunto.

Índice

1. Como chegar na Ruta de los 7 lagos argentina com mapa

2. Quando visitar a Ruta de los 7 lagos

3. O que ver na Ruta de los 7 lagos

4. Caminho dos sete lagos da Argentina: o passeio detalhado

5. Dicas de segurança e cuidados na Ruta de los 7 lagos (para homens e mulheres)

6. Caminho dos sete lagos da Argentina com agências de turismo

7. Quanto tempo reservar e outros roteiros que podem ser combinados

1. Como chegar na Ruta de los 7 lagos argentina com mapa

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Caminho dos 7 lagos da Argentina no inverno. Foto: destinoandino.tur.ar

A Ruta de los 7 lagos está localizada no departamento de Los Lagos, no sul da província de Neuquén, na Patagônia argentina, próxima da fronteira com o Chile. Sua rodovia nacional mais próxima é a Ruta Nacional 40. O caminho dos sete lagos pode ser realizado desde San Martín de los Andes ou saindo de Villa la Angostura.

Forma mais fácil de chegar (Iniciando em San Martín de los Andes) – O aeroporto mais próximo é o Aeropuerto Chapelco – Aviador Carlos Campos (CPC) que está a 25 KM do centro de San Martín e recebe voos da Aerolíneas Argentinas, desde Buenos Aires. De lá um ônibus (30min, a$ 120) ou um táxi/remis (20min, a$ 200-250) até a cidade. O terminal de ônibus está na calle Villegas, 251, próxima ao centro.

Localização GPS San Martín de los Andes: 40°10′00″ S 71°21′00″ O

Forma mais fácil de chegar (Iniciando em Villa la Angostura) – A cidade não possui aeroporto, portanto a forma mais fácil e cômoda de visitá-la é tomar um voo até o Aeropuerto Internacional de Bariloche – Teniente Luis Candelaria (BRC) que está a 82 KM, e um ônibus (1h30min). O terminal de ônibus de Villa la Angostura está na Av Siete Lagos, 26, bem no centro.

Localização GPS Villa la Angostura: 40°47′00″ S 71°40′00″ O

Mapa caminho dos sete lagos da Argentina:

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Mapa do caminho dos sete lagos da Argentina

Atividades a céu aberto – Novembro a março (primavera e verão) são os melhores meses para visitar a região em termos

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2. Quando visitar a Ruta de los 7 lagos

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Lago Correntoso, Villa la Angostura / Rota 7 lagos, Argentina. Foto: http://sevilla.abc.es/

O clima da região é frio e seco, às vezes ventoso, e com muitas chuvas anuais. O verão (dezembro a março) possui dias de calor e noites frescas, com temperaturas médias entre 4 e 19 °C e menos chuvas. No inverno (junho a setembro), a média é de 8 °C, podendo chegar a – 10 °C. Nessa época faz bastante frio, chove mais, e é comum nevar. As estações climáticas da primavera e outono costumam ser frias, mas muito variáveis, podendo ocorrer lindos dias de sol e médias de 8 °C. Ps: para o passeio, piquenique e camping, tenha em conta que essas são as temperaturas médias nas cidades, e que quanto mais imerso na natureza, mais frio é, com as temperaturas podendo facilmente ser o dobro na cidade, em relação as montanhas e bosques (exemplo: 8 na cidade, 4 nos bosques; -5 na cidade, -10 nos bosques). Recomendamos muito realizar esse passeio em um dia ensolarado, pois isso influencia muito nas cores dos lagos.

Mês que mais chove: Maio
– Mês mais quente: Janeiro
– Mês mais frio: Julho

Qual a melhor época para fazer o Caminho dos sete lagos?

Atividades a céu aberto – Novembro a março (primavera e verão) são os melhores meses para visitar a região em termos de passeios, quando o clima é menos frio e os dias são mais longos (amanhecer antes das 5h, e por do sol por volta das 22h). De novembro a abril a ocorrência de dias de sol e céu limpo são maiores. A primavera e verão é quando a natureza local se apresenta com cores mais brilhantes e diversos tons de verde; enquanto o verão possui verde intenso e lagos lindos para fotografias pelas manhãs e fins de tarde. Nessas épocas há outra vantagem que é mergulhar e aproveitar as praias dos lagos.

Ver neve – Julho a setembro (inverno). Começa a esfriar em julho e, em agosto, o frio é intenso com dias mais curtos, sendo a possibilidade de ver as estradas, bosques e montanhas com neve, em uma linda paisagem branca, o principal atrativo. Esse período pode chegar até setembro e é preciso redobrar a atenção na estrada.

Mais barato e vazia – Maio, junho, setembro e outubro são baixa temporada, tendo menos visitantes e preços menores. Outono apresenta bosques de muitas cores e é linda a mistura de verde, vermelho, amarelos, ocres e laranjas.

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3. O que ver na Ruta de los 7 lagos

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Cascada Vuliñanco, Rota 7 lagos, Argentina. Foto: panoramio.com

O Caminho dos sete lagos da Patagônia é um dos roteiros de viagem mais conhecidos da Argentina, juntando os ingredientes mais típicos e lindos dessa incrível região: lagos, montanhas e bosques. Seu maior interesse é fotografia e ecoturismo, pois possui ótimos lugares para desfrutar da natureza, como praias e trilhas, além de ótima possibilidade para birdwatching (observação de aves) e observação de fauna e flora andino-patagônica, com destaques para as espécies de lengas, coihues, radales, cipreses, raulies, ñires e robles pellín. Os lugares são convidativos para passeios de piquenique e camping também.

Quais são os lagos da Ruta de los 7 lagos?

O Caminho dos sete lagos possui esse nome, pois – obviamente – passa por sete lagos da região. São eles os lagos: Espejo, Correntoso, Escondido, Villarino, FalknerMachónico Lácar. Há ainda um oitavo que é muito comum incluir no trajeto, o lago Nahuel Huapi, com 557 KM², divididos entre as províncias de Neuquén e Río Negro. Todos lagos são resultado de milhões de anos de mudanças naturais oriundas dos glaciares da região.

4. Caminho dos sete lagos da Argentina: o passeio detalhado

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Lago Machonico, Rota 7 lagos, Patagônia Argentina. Foto: villalaangostura.com.ar

A seguir vamos detalhar a Ruta de los 7 lagos, saindo de Villa la Angostura e finalizando em San Martín de los Andes. O caminho é todo asfaltado e não há pedágios.

Nahuel Huapi – O lago Nahuel Huapi é considerado o oitavo lago do cruce dos lagos, e já que nosso caminho é saindo de Villa la Angostura, mencionamos esse lago extra primeiro.

Nahuel Huapi significa “tigre dos rios” na língua indígena e impressiona tanto por sua beleza e tamanho, quanto por sua profundidade, alcançando mais de 450 M. Suas margens são protegidas pelo Parque Nacional Nahuel Huapi e ele banha tanto Villa la Angostura, quanto a badalada San Carlos de Bariloche.

KM 4 / Río Correntoso – Iniciando a Ruta de los 7 lagos, saindo do centro de Villa la Angostura, aos 4 KM já se vê uma parte do lago Correntoso, à direita, e do Nahuel Huapi, à esquerda, em uma linda paisagem, onde passa o Río Correntoso, que os moradores locais conhecem como o menor rio do mundo.

KM 11 / Lago Espejo – Um pouco mais adiante, no KM 11 está a bifurcação com a Ruta Nacional 231, que segue a esquerda e leva até a fronteira com o Chile, pelo Paso Internacional Cardenal Samoré. Esse caminho cruza a fronteira natural mais alta entre os dois países, na Cordilheira dos Andes, e chega até o Parque Nacional Puyehue, com lindas cachoeiras, e depois a Ruta Nacional 5Panamericana de Chile, que liga o sul a Santiago. Nós seguimos pela direita, com destino a San Martín, e a apenas alguns metros, à esquerda, está uma simpática praia, de onde se vê o primeiro lago do passeio, o lago Espejo Grande. O lugar é lindo, já mostrando um pouco do que se vê pelo caminho. O lago recebeu esse nome devido ao seu reflexo do céu, nuvens, montanhas, e bosques da região. Depois, no KM 18, é possível ter outra vista para esse mesmo lago, também à esquerda.

KM 28 / Lago Correntoso – Seguindo pela ruta, o segundo lago é o Correntoso, à direita, – o mesmo que vemos uma parte sobre o rio de mesmo nome, no início. Ele se mostra já no KM 22, mas a praia maior está no KM 28, onde é possível provar alguns comes e bebes vendidos por moradores locais decendentes de Mapuches (aborígenes da região). Dentre as comidas caseiras estão pastelitos (pastéis) e tortas fritas (ou sopaipillas, para os chilenos. Uma massa frita, espécie de pastel sem recheio). No KM 22 também está a entrada, à esquerda, para o camping Lago Espejo Chico.

KM 31 / Caminho para Villa Traful – 3 KM adiante está o caminho pela Ruta 65 que leva a Villa Traful e ao lago Traful. Esse lago não faz parte do roteiro Caminho dos 7 lagos, mas possui um complexo turístico com restaurante, o camping Puerto Arrayán e outras hospedagens que vale uma visita. O lago volta a ser visto no KM 51, onde há o camping Pichi Traful.

KM 59 / Lagos Escondido e Villarino – Seguindo a Ruta de los 7 lagos, próximo ao KM 55, está o lago Escondido, à esquerda, com um pequeno mirador (mirante) para observa-lo. Esse talvez seja o mais belo lugar do Caminho dos sete lagos. Um pouco depois está o lago Villarino, quase sempre de águas muito mansas e perfeito para escutar os poucos sons produzidos pela natureza.

Lago Falkner – Poucos metros mais a frente, à direita, está o lago Falkner. Nesse ponto, além da beleza do lago, há um morro ao longe com majestosas torres de pedras negras e quase sempre rondado por condores chamado cerro Buque. Também na praia formada pelo lago Falkner há um camping agreste (privado, mas mais rústico) que funciona de novembro a abril.

Cascada Vuliñanco – Alguns quilômetros depois está a Cascada Vuliñanco. Uma cachoeira com queda de 35 metros e uma pedra que divide suas águas.

KM 70 / Limite de parques – Cinco quilômetros depois está a placa que sinaliza a fronteira entre o Parque Nacional Nahuel Huapi e o Parque Nacional Lanín.

KM 76 / Lago Machónico – Do limite até o próximo lago são mais 6 KM de estrada. Chega então o lago Machónico, com um mirador (mirante) natural que oferece uma linda vista panorâmica. Um pouco depois desse lago tem-se uma vista para o cerro Falkner (em direção oposta) e antes de chegar o río Hermoso está, à direita, a Ruta 63 que leva ao lago MeliquinaPaso Córdoba (48 KM) e Confluencia Traful (69 KM).

KM 93 / Cerro Chapelco – Passados cerca de 93 KM no Caminho dos sete lagos vê-se o mirador del arroyo Partido, dividido em dois, nos quais, segue pela direita através dos rios Collón Curá, Limay e Negro, até o oceano Atlântico; e pela esquerda, através do lago Lácar, até o oceano Pacífico. Metros adiante, à direita, está a Ruta 19, caminho que leva ao centro de esqui Cerro Chapelco (se te interessa o esqui, veja: Os melhores centros de esqui da Argentina e os 21 destinos mais baratos para esquiar na Argentina).

Mirador Arrayanes – Um pouco adiante, à direita, está o caminho que leva ao mirador Arrayanes, com vista para a cidade de San Martín. Em frente a entrada está o Camping Rincón del Mochilero. Seguindo pela ruta não tarda a chegar a outra entrada que leva ao mesmo mirante, onde está a Hosteria Cerro Abanico.

KM 102 / Villa Quila Quina – Seguimos na estrada e na altura do KM 102, à esquerda, está a entrada para a Villa Quila Quina, um dos melhores balneários da região, muito buscado no verão. Também nessas proximidades estão o río Pil Pil e o mirador del Pil Pil, com vista para o lago Lácar e os cerros Vizcacha, Sabana, e Colorado, além do próprio rio que da nome ao mirante. Seguindo em frente algumas centenas de metros está o Camping Don Pancho e, no KM 103, a entrada para a playa Catritre, um lindo balneário à beira do lago Lácar, o último da Ruta de los siete lagos. Nesse local também está o camping Lolen, com capacidade para 80 barracas, além de minimercado e restaurante.

Lago Lácar – Desde o KM 103 até o final do passeio, a estrada segue beirando o lago Lácar, outro lindíssimo e enorme lago da região. Um espaço privilegiado da natureza, onde muitos moradores de San Martín de los Andes saem para caminhar, correr e pedalar. Todo recorrido de 110 KM encerra nessa aconchegante e pequena cidade com clima de montanha, completando o que talvez seja a ruta mais linda da Argentinaum dos caminhos mais lindos da América do Sul. San Martín possui lindas casas, árvores, cores, mirantes e é uma das bases para visitar o Parque Nacional Lanín.



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5. Dicas de segurança e cuidados na Ruta de los 7 lagos (para homens e mulheres)

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Ruta de los 7 lagos, Patagônia Argentina, com neve. Foto: viajarhoy.com.ar

Rodovia com neve: A Ruta de los 7 lagos requer cuidados ao dirigir por suas diversas curvas. Além disso, no inverno, é comum estar coberta de neve, duplicando os perigos de acidentes.

Incêndios: Os parques da região possuem alto risco de incêndios, não faça fogo. Se for necessário, sempre prefira o uso de fogareiros.

Poluição: Aproveite os lagos para tomar banho fora do inverno e coletar água. Mas lembre-se de não poluir com lixos, guimbas de cigarro, absorventes e afins. Ao tomar banho nas águas não use nenhum produto, nem sabonete. Ao escovar os dentes, pegue água com algum recipiente e não jogue pasta de dente no lago. Se necessitar urinar e defecar, faça longe das trilhas e águas. Papel higiênico também é lixo, caso seja impossível de levar, enterre-o.

Animais de estimação: A entrada de “mascotas“, como eles dizem, é proibida. Portanto, seu cão, gato ou outros animais não poderão ir aos parques. Ratificamos que não é legal estar com esses animais em locais públicos, além do animal ser um fator complicador para a fauna e flora local.

Repelente: Não vimos necessidade de levar, pois não há mosquitos na cidade para tal.

Filtro solar e protetor labial: Levar filtro solar, protetor labial e manteiga de cacau são recomendados devido ao clima seco e alta incidência de raios UV durante todo ano.

Animais peçonhentos ou venenosos: Não há registros de cobras, escorpiões, aranhas ou afins que ameacem a vida de um ser humano na região.

Roubos e violências: Villa la Angostura, San Martín de los Andes e os parques da região não costumam oferecer esses perigos. Ambos são tranqüilos, com clima de cidade pequena onde se pode caminhar mesmo a noite e sem acompanhantes. Viajar de carona é igualmente seguro e não parece uma cidade com riscos de violência à mulher e/ou alto índice de assédio sexual. Se você está em Bariloche, recomendamos ter um pouco mais de cuidado, devido ao clima mais semelhante a uma cidade.

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6. Caminho dos sete lagos da Argentina com agências de turismo

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Lago Lácar, Rota 7 lagos Argentina. Foto: sanmartindelosandes.travel

Quem visita a região com veículo, obviamente possui facilidade para conhecer o Caminho dos sete lagos, porém isso se complica para viajantes que chegam não motorizados, pois não há serviços públicos de ônibus que convém tomar para uma visita consistente. Sendo assim, o melhor é realmente contratar um traslado oferecido por agências de turismo locais com passeios que duram o dia inteiro, sendo aproximadamente 4h na ruta e um dia inteiro de passeio. A vantagem de fazer isso é estar acompanhado de um guia que conta histórias e curiosidades à respeito da Ruta de los 7 lagos, podendo ser uma opção mesmo para quem possui veículo.

Horários: O horário é combinado com a agência, mas convém sair pela manhã para aproveitar o dia.

Saídas: As principais saídas acontecem em San Carlos de Bariloche, Villa la Angostura e San Martín de los Andes, sendo essas duas últimas mais próximas da ruta, provavelmente terão passeios um pouco mais baratos.

Algumas agências que oferecem o passeio em San Martín de los Andes:

Lanín turismo
San Martín, 437 – Centro. Tel: +54 9 2972 425808 / +54 9 2944 15618875

Chapelco Turismo
Cap. Drury, 876 – Centro. Tel: +54 9 2972 427550 / +54 9 2972 410770

El Refugio
Villegas, 698 – Centro. Tel: +54 9 2972 425140 / +54 9 2972 429570

El Claro Turismo
Cnel. Díaz, 751 – Centro. Tel: +54 9 2972 428876

Siete Lagos Turismo
Villegas, 313 – Centro. Tel: +54 9 2972 427877 / +54 9 2972 427698

7. Quanto tempo reservar e outros roteiros que podem ser combinados

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Lago Falkner, Ruta siete lagos Argentina

Quanto tempo dedicar? 1 dia inteiro ou 2 noites – Todo o trajeto, saindo de Villa la Angostura, até San Martín de los Andes, possui apenas 110 KM, mas recomendamos visitá-lo sem pressa, o que significa percorre-lo em pelo menos 4 horas (tempo do passeio com agências), realizando paradas nos lagos, interesses turísticos e pontos panorâmicos. Toda atividade demandará um dia.

Para quem deseja uma visita mais profunda à Ruta de los 7 lagos, com pernoites, recomendamos ao menos duas noites (três dias). O trajeto possui algumas hospedagens (camping, pousada, hotel, resort) e pequenos comércios, como restaurantes e lanchonetes, além de senderos de trekking. * Não estamos considerando os dias de chegada e saída.

E depois? San Carlos de Bariloche, Villa la Angostura e San Martín de los Andes compõem um corredor turístico muito popular na Argentina, principalmente no verão e inverno. Vale a pena encaixar as três cidades em seu roteiro.

Villa Traful – Também pela Ruta de los 7 lagos, a 65 km de Villa La Angostura, está a Villa Traful, um lugar lindo nas colinas, em meio a natureza, depois de uma estrada de terra. O principal ponto de interesse é o lago Traful que quase sempre forma um espelho d’água. A entrada é próxima ao KM 31 e segue pela Ruta 65 até a vila.

Parque Nacional Puyehue – Outro roteiro interessante e que poucos fazem é visitar o Parque Nacional Puyehue, a caminho de Osorno, no Chile. O parque está a apenas 4 KM da aduana chilena, e a 40 KM de Villa la Angostura, através da RN 231 (cerca do KM 11 da Ruta de los 7 lagos, seguindo pela esquerda), pelo Paso Cardenal Samoré (se for utilizar este caminho atente-se que está aberto das 8h as 18h). Esse roteiro é interessante devido as lindas cachoeiras do parque chileno, trilhas fáceis, possibilidade de visita ao vulcão, e a termas de Águas Calientes. A região possui camping, cabañas (chalés), albergue e restaurante. No inverno também há uma estação de esqui.

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Valores e dados de maio de 2016

Foto divulgação Caminho dos sete lagos da Argentina: southern-lands.com

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